terça-feira, 2 de agosto de 2011

A qualidade do porco




Certa vez um cristão visitou um fazendeiro com o propósito de falar de Cristo.

- Eu não vou à igreja de jeito nenhum, disse o fazendeiro.

- Eu conheço um velho que vai lá e um outro sujeito que também vai, dizendo que são cristãos e a vida deles não é diferente da minha.

- Eu sou tão bom quanto eles são.

Em todos os lugares onde o fazendeiro ia, falava dos hipócritas que haviam naquela igreja.

Passaram-se alguns meses e o cristão visitou novamente o fazendeiro.

- Eu desejo comprar um porco", disse o cristão.

O fazendeiro mostrou-lhe todos os seus melhores porcos.

Em certo momento eles passaram por porco um bem raquítico.

Eu creio que vou levar aquele ali", falou o cristão.

- Mas por que logo aquele?

- É o pior dentre todos os meus porcos, argumentou o fazendeiro.

-Tenho certeza de que é este que eu quero, insistiu o cristão.

O porco foi levado para o caminhão.

- Agora, disse o cristão, - e se eu der um passeio com este caminhão dizendo
a todas as pessoas que é essa a qualidade de porco que você vende?

- Isto não seria justo! Exclamou o fazendeiro.

- Eu tenho porcos excelentes e você quer mostrar logo o pior?!

O cristão respondeu: - Se essa atitude é justa para a igreja, também é justa para os porcos.

Muitas vezes usamos do mesmo argumento para justificar o nosso desinteresse pelas coisas de Deus.

Dizemos que a igreja está cheia de hipócritas, de pessoas que não vivem o que pregam, que em nada diferem das pessoas que estão do lado de fora.

Dizemos que para sermos iguais a fulano ou a beltrano, é melhor continuar do jeito que estamos.

Será que deve ser assim mesmo?

Por que julgar todo um grupo pelas atitudes de alguns poucos?

E, vamos à igreja por causa das pessoas ou por causa de Deus?

Devemos olhar para alguns homens que a visitam ou para o Senhor que por nós morreu na
cruz?

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